quinta-feira, 14 de julho de 2011

Sérgio Guerra disputa UNEB

Professor de história é candidato a vice-reitor

Do Bahia todo dia 13/07/2011|16h02
Com informações do blog interior da Bahia

O professor de história Sergio Guerra vai disputar a eleição para a Vice-Reitoria da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) que acontece nesta quinta-feira (14).  Na reta final, Guerra diz que sua campanha cresceu bastante, fruto da sua longa presença como professor e militante da Educação e, principalmente, ao trabalho que ele e apoiadores estão fazendo nas redes sociais.

Sérgio Guerra elencou suas principais ideias e propostas para a universidade, caso vença a eleição. “Não posso pensar pequeno em relação à UNEB, temos que prensar grande, porque ela tem que ser uma referência no Estado”, afirmou. A primeira preocupação dele é fazer com que se pense a UNEB a partir do campus do Cabula. “A UNEB tem a obrigação social de ser uma locomotiva para puxar os outros vagões na Bahia. Para isso, precisa ter um reitor que diga ao governo que nós temos condições de elaborar políticas para Salvador a partir do Cabula”, afirma. Ele disse ainda que “é preciso criar uma Fundação UNEB, com o controle da sociedade e nomeação do Conselho da Universidade, para fazer a administração dos recursos externos para pesquisa e extensão”.

Para o candidato é importante que a UNEB construa a resistência na área de educação. Para tanto, é fundamental ter qualificação de políticas de professor, como mestrado e doutorado. Ele disse também que a Universidade precisa planejar um mestrado para todas as regiões, e que, para isso, precisa ter gente que pense do tamanho da Bahia.

Segundo Guerra essa campanha tem um papel político-pedagógico. “A candidatura nasceu de uma necessidade de se colocar uma alternativa para aqueles que não concordam com esse processo de candidatura única. Depois, para atender aos apelos de alguns alunos e de um grupo de professores e correligionários em vários campi”, revela. “Sou candidato para ganhar ou para perder. A UNEB precisa pensar grande. Por isso não admito uma eleição com candidato único”, enfatizou o professor.

 http://www.bahiatododia.com.br/index.php?artigo=3282

Manifestações de Apoio

“A primeira vez que eu ouvi falar em socialismo, foi como aluno secundarista do ISBA, no final da década de 70, pelo meu professor Sérgio Guerra, e isto pauta toda a aminha vida e ação política”.

Nelson Pelegrino
Deputado Federal
Líder da Bancada do PT na Câmara dos Deputados




Apoiamos o professor Sergio Guerra para vice-reitor da UNEB, na certeza de uma universidade pública para toda Bahia.

Jonas Dantas
Presidente do CREA-BA





Mesmo não sendo Eleitor, pois sou professor na UESC, Sergio Guerra é o candidato dos meus filhos, da minha companheira e, logicamente, meu.

Beto Oliveira
Professor Titular da UESC

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Eleição: Propostas do Professor Sergio Guerra prometem revolucionar a Uneb

Com um monte de ideias na cabeça, o professor Doutor de História, Sergio Guerra, vai disputar a eleição para a Vice-Reitoria da Universidade do Estado da Bahia – UNEB disposto a revolucionar a instituição de ensino, que tem campus em Salvador e em várias cidades do interior baiano.

Por Evandro Matos – Especial para o Interior da Bahia
Contato: contatoNOSPAM@interiorNONENONEdabahia.com.br

Guerra recebeu nossa reportagem em um restaurante da Pituba e, em pouco tempo, dissecou as principais ideias que pensa sobre a Universidade, caso vença a eleição que acontece na próxima quinta-feira, dia 14. “Não posso pensar pequeno em relação à UNEB, temos que prensar grande, porque ela tem que ser uma referência no Estado”, adianta o professor, nascido em Salvador, “mas também com os olhos voltados para a caatinga” (fez mestrado e doutorado sobre a temática de Canudos). No seu projeto, Sergio Guerra enumera as propostas que julga fundamentais para mudar os campi da UNEB do Cabula (Salvador) em Euclides da Cunha, Conceição do Coité, Juazeiro, Serrinha e tantos outros.
A primeira preocupação dele é fazer com que se pense a UNEB a partir do campus do Cabula. “A UNEB tem a obrigação social de ser uma locomotiva para puxar os outros vagões na Bahia. Para isso, precisa ter um reitor que diga ao governo que nós temos condições de elaborar políticas para Salvador a partir do Cabula”, afirma.“A UNEB tem que construir a resistência na área de educação. Tem que ter qualificação de políticas de professor, como mestrado e doutorado. Precisa planejar um mestrado para todas as regiões, mas, para isso, precisa ter gente que pense do tamanho da Bahia”, acrescenta.

Metralhadora de idéias
Como uma metralhadora, Sergio Guerra segue as suas queixas, indignado, mas sempre apresentando sugestões. Ele sonha com as Bibliotecas Regionais (antenadas com a Secretaria de Cultura do Estado). “A UNEB tem que ser cabeça de rede para executar políticas e ter um projeto de capacitação sociocultural. Qual a política cultural da UNEB? Você conhece? Eu não conheço. Cadê as pesquisas que a UNEB faz? Cadê o projeto?”, indaga.
É um crime a biblioteca (do Cabula) ficar fechada sábado e domingo. Isso é pensar pequeno. Você chega na França, por exemplo, e encontra uma biblioteca aberta 24 horas”, explica. Com os olhos voltados também para os campi do interior, Sergio Guerra sonha com um Festival de Arte e Cultura da Caatinga, nos mesmos moldes do que já colocou em prática no passado. Ele lembra o Projeto Caminhos dos Sertões, que ajudou a construir, que pode servir de referência para o incremento do turismo nas regiões de Euclides da Cunha, Monte Santo, Canudos e Uauá.
Guerra critica ainda a política pedagógica e editorial da Universidade Estadual da Bahia. “Búzios, Canudos e Sabinada não estão nos livros de História da Bahia porque o estado não produz isso, mas a UNEB poderia fazer este trabalho”, propõe.
O professor diz ainda que “é preciso criar uma Fundação UNEB, com o controle da sociedade e nomeação do Conselho da Universidade, para fazer a administração dos recursos externos para pesquisa e extensão”.
Guerra diz que apóia a estrutura multicampi da UNEB, “mas ela não pode ser eleitoral, tem que ter uma política de reposição social. Tem que ter unidade aonde você precisa mais. Se não tiver funcionando, tem que transferir para o local apropriado”. Com isso, ele aproveita para criticar o curso de Agronomia em Juazeiro. “Este curso é voltado para o agronegócio; falta inserir a agricultura familiar”, frisa.

Por que é candidato 
Com o perfil de um sonhador e irrequieto, o professor Sergio Guerra é um homem de posições e ideologias convictas, por isso está emprestando o nome para mais um desafio na sua vida.
Pois bem. Foi a partir dessas convicções que ele foi procurado por estudantes e um grupo de Diretores de Departamentos da UNEB, além de amigos e correligionários para enfrentar a candidata da situação, que conta com o apoio do Reitor Lourisvaldo Valentim.
A campanha tem um papel político-pedagógico. A candidatura nasceu de uma necessidade de se colocar uma alternativa para aqueles que não concordam com esse processo de candidatura única. Depois, para atender aos apelos de alguns alunos e de um grupo de professores e correligionários em vários campi”, revela. “Sou candidato para ganhar ou para perder. A UNEB precisa pensar grande. Por isso não admito uma eleição com candidato único”, acrescenta.
Questionado se como Vice-Reitor poderá colocar todas as suas ideias em prática, Sergio Guerra disse que sim. “Vice (Reitor) tem a força, tem voz e assento no Conselho Universitário”, explica. “Mas já consideramos (a disputa) uma vitória. A eleição de Vice-Reitor vai ter mais votos do que a eleição anterior para Reitor. Isso é que é construir a democracia”, exalta.

http://interiordabahia.com.br/

terça-feira, 12 de julho de 2011

Manifestações de Apoio

“Sergio Guerra tem uma invejável trajetória e atuação em defesa dos trabalhadores da educação. E isso já vem de longe, desde os anos 1970, com as celebres mobilizações da APLB, e ainda hoje, onde quer que se faça necessário, seja a luta política, social, cultural etc, lá está Sergio Guerra, militante de muitas causas, doutor em história pela Academia e doutor em cultura pela vida. Pra mim é um orgulho apoiar o companheiro de tantas lutas Sergio Guerra” .


Amauri Teixeira
Deputado Federal PT



Estamos com Sérgio!



Luciene Maria
Profª Drª Titular da Universidade do Estado da Bahia – DEDC 1



Edson Miranda
Jornalista



Raimundo Laranjeira
Diretor de Arte



Josias Santos
Fotógrafo


Telma Estrela
Historiadora


"Meu vice-reitor. Toda sorte do mundo"
Ronaldo Naziazeno

A candidatura do companheiro SÉRGIO GUERRA para vice-reitor da UNEB, significa um marco na história desta Universidade, primeiro pela sua longa história de luta contra todo tipo de exploração ao corpo docente desta e de outras universidades públicas do nosso país, é do seu perfil lutar incansavelmente por melhores condições de trabalho e salarial aos professores e outras categorias que compõem esta universidade, dando-lhes dignidade, respeito e auto-estima. E segundo que, o companheiro SERGIO GUERRA goza de total confiança da grande maioria dos partidos de esquerda que sempre lutaram contra as elites e governos reacionários que ao longo de 40 anos no poder impuseram arrocho salarial e degradaram este patrimônio público que é a UNEB. Força e até a vitória Sergio!!


Abraço,

Rudimar  Mota

domingo, 10 de julho de 2011

Por que o voto dos estudantes universitários vale menos?

Os alunos deveriam se fazer esta pergunta para iniciar qualquer discussão sobre democracia e processo eleitoral dentro da Universidade. Em todas as eleições, os estudantes são como qualquer outro membro da sociedade e o seu voto tem o mesmo valor, como qualquer cidadão. Assim, o voto de um jovem de 16 anos, vale tanto quanto o da maior autoridade do judiciário, do legislativo ou do executivo.

Para tentar responder a essa pergunta, alguns falsos democratas afirmam que os estudantes, sendo a maioria numérica, sempre serão capazes de eleger sozinhos os dirigentes universitários. Falam que os alunos não constituem um quadro permanente e, portanto não possuem condições de decidir sozinhos os destinos da universidade. Outros argumentam que por não possuírem suficientes conhecimentos sobre a vida acadêmica, podem ser facilmente enganados por promessas vãs e vis.  Destacam que a universidade é um espaço de produção e circulação do conhecimento e, portanto sua direção deve ser prerrogativa dos seus atores privilegiados, os professores.

 Vamos discutir então esses argumentos, que tem prevalecido nos diversos modelos usados nas recentes eleições universitárias.

Quanto á afirmação de que estão em maior número, podemos dizer que este é o principio básico da democracia, pois a maioria deve necessariamente vencer, ou não?

A universidade, constitucionalmente, dedica-se ao ensino, a pesquisa e a extensão, atividades que ganham sentido apenas com a participação do estudante, mesmo que este não constitua um quadro permanente.

Afirmar que a população de uma Universidade não teria conhecimento suficiente sobre a situação acadêmica lembra-nos dos discursos dos governos ditatoriais que baseiam sua ação na segurança geral e no fato do povo não saber escolher. Tal argumento pode ser aplicado aos estudantes universitários, principais atores duma instituição de ensino superior? Não me parece cabível:

Eleição da direção política de uma unidade de ensino, não é uma prova de conhecimentos, a ser resolvida por um exame de titulação, perante uma outra composição de representação da comunidade universitária. Isto vale para os reitores de ensino ou deão, não para o dirigente político da entidade.

Estas primeiras provocações servem para começar uma defasada discussão, sobre alguns temas que devem permear uma campanha que, longe de ser uma mera disputa eleitoral, deve se tornar uma massiva ação de transformação dos estabelecimentos escolares em elemento fundamental da construção da cidadania, começando pelos debates do que é, como se constrói e como se pratica a democracia. Assim, colocamo-nos com um elemento disponível para debater estes temas, em qualquer momento, em qualquer lugar e em qualquer meio. Vamos lá.

Plataforma de campanha

Acreditamos no desafio de construir um projeto referência para a UNEB, pautado na discussão de ações que possibilitem a construção de uma universidade de qualidade, com uma política acadêmica e administrativa clara.

Por isso convocamos toda a comunidade acadêmica a debater temas de seu principal interesse e repensar o que está sendo feito e o que poderemos fazer para:

- defender a UNEB como a universidade pública de toda a Bahia, que atua na produção e difusão de conhecimentos científicos, culturais, artísticos, tecnológicos, humanistas e filosóficos, de forma democrática e cidadã;

- praticar a transparência pública como um ato de democracia, de participação, de respeito ao bem público;

- valorizar a atividade acadêmica, administrativa e financeira dos Departamentos, lutando por sua consolidação;

- garantir a qualidade das atividades de ensino, de pesquisa e de extensão, reduzindo o esvaziamento atual das atividades de extensão;

-  repensar a composição dos Conselhos Superiores da UNEB;

- lutar pela defesa da autonomia, da gestão financeira, patrimonial e didático-científica da Universidade, para ampliar o trabalho dos Departamentos e acabar com a ingerência de setores alheios à universidade;

- aprimorar a carreira docente e dos servidores, com a melhoria das condições financeiras e materiais de trabalho de todos;

- reconstruir o projeto de assistência estudantil da UNEB para garantir a permanência e o sucesso do estudante na Universidade;

- consolidar um modelo de universidade que inove e garanta o pluralismo de idéias, de concepções políticas e pedagógicas de alunos, professores e demais servidores.

Este é um momento singular para que possamos debater a UNEB e fortalecer a nossa democracia interna. Consideramos a necessidade de mobilização de todos os segmentos acadêmicos, nesta luta por uma universidade crítica e participativa.

Conto com sua participação. Juntos vamos construir a verdadeira universidade de toda a Bahia.

COMO AJUDAR NA CAMPANHA PARA VICE-REITOR DA UNEB

A campanha para Vice-Reitor da UNEB tem algumas características básicas que não podem ser desprezadas. Além das dificuldades naturais impostas pela distância entre os campi de uma universidade presente em todo o Estado da Bahia, temos cursos de extensão, Educação a Distância entre outras modalidades.

Temos ainda um esvaziamento da discussão política, reflexo da ausência de debates nos diversos centros regionais, do contrário possibilitaria um melhor conhecimento das propostas e da representação política dos candidatos.

E aí? Como enfrentar tudo isto?

Conto com a sua ajuda para juntos construirmos uma UNEB do tamanho e á altura da Bahia, com o apoio das várias forças democráticas que compõem a militância política dentro e fora da universidade.

Retomaremos a prática da saudável disputa de idéias, da crítica construtiva e da proposição corajosa para enfrentar nossas dificuldades. Começaremos a nos pensar como universidade pública e socialmente referenciada, elevaremos o nível e a capacidade de produção crítica intelectual de nossa universidade. Estas são as razões pelas quais precisamos ganhar estas eleições e colocar a UNEB no caminho do futuro.

Se você faz parte da comunidade acadêmica da UNEB e quer ajudar na campanha:

1 – procure se informar, lendo o material institucional da UNEB e dos candidatos;

2 – Veja a lista dos eleitores no site oficial da comissão eleitoral e identifique conhecidos, companheiros, pessoas e grupos próximos;

3 – forme listas sociais de apoio e passe adiante as informações, principalmente nas redes sociais que você está ligado. Lembre que esta é uma eleição estadual;

4 – explicite publicamente o seu apoio, bem como o de pessoas e instituições a que esteja ligado;

Desta forma garantiremos o debate sobre o papel político da UNEB e das UEBAS no desenvolvimento da Bahia, quebramos o marasmo e a falsa unanimidade do pensamento.

Vamos fazer uma campanha limpa, pedagógica e política. Assim estaremos apresentando os primeiros passos de um grande mandato.


E vamos até a vitória, sempre!


quarta-feira, 6 de julho de 2011

Manifestações de Apoio

Amigos, artistas e intelectuais baianos começam a se manifestar em favor da candidatura de Sérgio Guerra para a vice-reitoria da Uneb.




Amigo, seu nome já está marcado para vencer. Acredite nisto. Vamos continuar a luta. Conte sempre comigo.
Beijão.

Maria Bernadete Paula de Almeida





Estou com Sérgio Guerra nesta eleição.

Nilton Correia




Eu apoio Sergio Guerra. 

Antonio Olavo
Cineasta

Raimundo Bujão
Produtor Cultural




Estou com Sérgio.

Paulo Pontes
Professor de Economia/DCH I